1º Arraiá entre as instituições municipais de Cocal do Sul reúne público de mais de mil pessoas. O Arraiá entre as oito instituições municipais que possuem o ensino
infantil de Cocal do Sul marcou a primeira edição do evento. Mais de mil
pessoas lotaram o Centro Comunitário do bairro Jardim Elizabeth, no
último sábado. Pais, familiares, amigos e convidados além de aproveitar
os quitutes da época, assistiram as apresentações dos pequenos com seus
trajes julinos e muita desenvoltura. Cada instituição apresentou uma
coreografia diferente encantando o público. A intenção é realizar o
evento todos os anos. Toda a arrecadação com a venda de comida e bebida
será dividida entre as escolas para melhorias e ações.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
MEIO AMBIENTE: Educação Infantil
No
dia 05 de junho as I.E.I. do município organizaram uma exposição para a
comunidade com o intuito de fortalecer seu compromisso com o Meio Ambiente,
através de releituras de obras de arte e jogos pedagógicos confeccionados com
material reciclado as crianças contribuíram para que a sociedade reflita sobre
o meio em que vivemos.
Coordenadora Pedagógica Educação Infantil
Thais Albino Olivier
PSICOMOTRICIDADE: Uma ação educativa
A 6ª Etapa do Projeto Psicomotricidade: Uma ação Educativa aconteceu no dia 24 de maio e contou com a presença de 31 turmas de crianças da educação infantil de Cocal do Sul. Dentre as atividades oferecidas estava o Circuito das sensações, bem como o circuito psicomotor, alinhavo, expressões corporais e dar comida para os animais. As crianças puderam aprender e se divertir!
Coordenadora Pedagógica Educação Infantil
Thais Albino Olivier segunda-feira, 18 de junho de 2012
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Quando nada parece
ajudar, eu vou ver o cortador de pedras, cortando sua rocha cem vezes, sem que
uma só rachadura apareça.
No entanto, na centésima
primeira martelada, a pedra se abre em duas e eu sei que não foi só aquela que
conseguiu, mas todas que vieram antes.
(JACOB RIIS)
REELABORAÇÃO DE CONCEITOS...
Deficiência? Diagnóstico? Escola? Gestão?
Professor? Aluno? Currículo? Avaliação?
O DESAFIO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA...
ACESSO
1994 – Conferência Mundial sobre Necessidades
Educacionais Especiais: Acesso
e Qualidade (Salamanca): dispõe sobre a obrigatoriedade das escolas de acolher
todas as crianças, independentemente de suas condições pessoais.
Em 2004,
o Ministério Público Federal divulgou o documento O Acesso de Alunos com Deficiência às
Escolas e Classes Comuns da Rede Regular
PERMANÊNCIA
A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação
Nacional, Lei Nº 9.394, de20-12-1996, trata, especificamente, no Capítulo V, da
Educação Especial. Definindo-a como "modalidade de educação escolar, oferecida
preferencialmente na rede regular de ensino, para pessoas com necessidades
educacionais especiais”.
APRENDIZAGEM
Segundo Michaelis: aprendizagem
a.pren.di.za.gem
sf (aprendiz+agem) 1 Ação de aprender qualquer ofício, arte ou ciência. 2 O tempo gasto para aprender uma arte ou ofício. 3 Psicol Denominação geral dada a mudanças permanentes de comportamento como resultado de treino ou experiência anterior; processo pelo qual se adquirem essas mudanças. Var: aprendizado.
a.pren.di.za.gem
sf (aprendiz+agem) 1 Ação de aprender qualquer ofício, arte ou ciência. 2 O tempo gasto para aprender uma arte ou ofício. 3 Psicol Denominação geral dada a mudanças permanentes de comportamento como resultado de treino ou experiência anterior; processo pelo qual se adquirem essas mudanças. Var: aprendizado.
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
Flexibilização = flexível
Objetivo;
Conteúdo;
Métodos de ensino;
Atividade;
Tempo;
Avaliação.
Reduzir
- Eliminar - Modificar - Acrescentar
A gente REMA, REMA pra acompanhar a MARÉ da
INCLUSÃO ESCOLAR!
ROTEIRO PARA SUBSIDIAR O PROCESSO DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
A avaliação é
substancialmente reflexão, capacidade única e exclusiva do ser humano,
de pensar sobre seus
atos, de analisá-los, julgá-los, interagindo com o mundo e com outros seres,
influindo e sofrendo influências sobre seu pensar e seu agir. (HOFFMANN, 2001)
A seguir alguns
questionamentos que poderão servir como subsídios para a avaliação dos alunos
na perspectiva de uma educação inclusiva:
1.
Estabelece
interação com o grupo? De que forma?
2.
Explica o que
deseja? De que forma?
3.
Tem iniciativas? É
autônomo, em que situações?
4.
É independente na
utilização e exploração do espaço físico escolar? Necessitam de mediações e
auxílio, quais?
5.
Como ocorre o
processo da elaboração da linguagem oral, leitura e escrita?
6.
Usa a fala para
organizar sua ação?
7.
Fala articulando
fatos?
8.
Consegue ser
compreendido pelo grupo, e por outros interlocutores?
9.
Explora outras
formas de comunicação? Gestos, sinais, mímicas, expressão facial, expressão
corporal, desenhos, objetos, outros?
10. Interpreta o que ouve, como? Produz conclusões e
explicações próprias? Acrescenta sua opinião? Em que situações?
11. Utiliza símbolos diversos? Compreende suas formas
de representação?
12. Faz leitura incipiente (Que começa; principiante)?
13. Lê o que escreve? Representa fatos através de
desenhos?
14. Registra, ainda que não convencionalmente,
atividades de pesquisa em livros, jornais, revistas, dicionários. Passeios,
experiências práticas, maquetes, mapas, museus, etc.
15. Utiliza a escrita convencional como forma de
registro e de comunicação?
16. Utiliza-se de observações, manipulações e/ou
vivências no processo de elaboração conceitual? Quando? Como?
17. Estabelece relações entre os conteúdos estudados?
Como?
18. Consegue apropriar-se dos conhecimentos propostos
utilizando-os para interagir com o meio?
A avaliação
deve se definir a partir dos objetivos traçados e os instrumentos utilizados
devem ser pertinentes ao que se pretende avaliar, observando o que a escola
propõe no seu Projeto Político Pedagógico. A avaliação deve ser contínua,
evitando-se a comparação entre os alunos.
Avaliamos para
conhecer não apenas os progressos dos nossos alunos, mas também para refletir
sobre a prática pedagógica em nossa sala de aula.
Algumas reflexões para
os professores:
·
Qual a função do professor no processo educativo?
·
De que forma pode-se avaliar sem classificar?
·
Que espaços e que tempo o professor possibilita para que os alunos
possam expressar o que sentem e o que pensam?
·
Será que o professor está atento para as diferentes formas de linguagem
e aprendizagens?
·
Que paradigmas precisam ser rompidos para que a prática pedagógica
contribua na construção de uma sociedade mais justa que respeite as diferenças?
Organização: Equipe do
SAEDE/ DM da FCEE
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Educação inicia Projeto Viver Bem e Feliz.
A secretaria de Educação de Cocal do Sul iniciou os trabalhos do “Redescobrindo conhecimento: viver bem e feliz é o que importa”. A iniciativa é destinada para pessoas com mais de 40 anos e esse ano vai atender cerca de 50 pessoas.
A abertura foi realizada no auditório da Igreja Matriz. De acordo com a secretária, Adriana Figueredo Rosso o objetivo do projeto é proporcionar o bem estar social e a qualidade de vida para os participantes. “As aulas são organizadas pela Secretaria de Educação do município e ministradas pela equipe técnica de profissionais, voluntários e colaboradores do projeto. Durante os 15 encontros quinzenais inúmeros assuntos e atividades serão desenvolvidos, como: alimentação saudável, leitura, saúde emocional, cuidado da saúde da voz, geriatria, passeios culturais, atividade física, participação no desfile cívico, relacionamento familiar, saúde preventiva, entre outros”, ressalta.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Musicalização, Lingua Inglesa e Literatura
A partir de 2012 as disciplinas de musicalização, lingua Inglesa e literatura
fazem parte do currículo, semanalmente as crianças de 3 a 5 anos tem conteúdos e
atividades direcionadas por educadoras especializadas.
Em uma oficina prática estes temas foram foco principal na troca de
experiências entre os profissionais destas áreas que trabalham da educação
infantil de Cocal do Sul.
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