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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Quinto encontro do Grupo de Inclusão


No dia 26 de agosto de 2014, realizou na Secretaria da Educação, Esporte e Cultura o quinto encontro do Grupo de Inclusão. Neste encontro foram abordados os temas relacionados à dificuldade intelectual.

A psicóloga Carla Arns apresentou o vídeo com slides referente ao QI e suas dificuldades, temas e as discussões a respeito do mesmo. Foram possibilitados aos professores e segundos professores a troca de experiências bem como a discussão de alguns casos. Ressaltou sobre a importância das estratégias com os alunos e as orientações aos professores.


"É importante lembrar que as limitações e dificuldades dos portadores de deficiência mental leve não desaparecerão, mas a inclusão escolar e social poderão facilitar e garantir melhorias na qualidade de vida destes indivíduos".

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Quarto encontro do Grupo de Inclusão


No dia 24 de julho de 2014, realizou na Secretaria da Educação, Esporte e Cultura o quarto encontro do Grupo de Inclusão. Neste encontro foram abordados os temas relacionados ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH.

A psicóloga Beatriz Galatto Nesi juntamente com a fonoaudióloga Carolina Costa Rosso apresentaram o tema e as discussões a respeito do mesmo. Foram possibilitados aos professores e segundos professores a troca de experiências bem como a discussão de alguns casos. Ressaltou sobre a importância das estratégias com os alunos e as orientações aos professores.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Terceiro encontro do Grupo de Inclusão

No dia 26 de junho de 2014, ocorreu na Secretaria da Educação, Esporte e Cultura, o terceiro encontro do Grupo de Inclusão. Nesse encontro, utilizou o vídeo “Cordas” para iniciar a discussão bem como as reflexões a respeito do tema Inclusão.

A partir disso, utilizou dois textos para continuar as discussões a respeito da Inclusão, da escola, da família e dos professores. Ressalva-se na importância dessas reflexões com os professores, oferecendo aos mesmos o suporte e as orientações frente às dificuldades observadas.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Segundo encontro do Grupo de Inclusão.

No dia 29 de maio de 2014, realizou-se o Segundo Encontro do Grupo de Inclusão na Secretaria da Educação, Esporte e Cultura.  Nesse encontro, buscou-se trabalhar as dúvidas referentes à elaboração do Relatório Descritivo Pedagógico bem como pontuou com as segundas professoras e professores as dificuldades percebidas.


Refletiu com as professoras presentes as orientações para o trabalho com a Inclusão e o papel das mesmas. Finalizou o encontro com a leitura e discussão do texto “A ajuda no Lar e na Escola”, pontuando qual é o papel da família e da escola.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Primeiro Encontro do Grupo de Estudo de Inclusão

No dia 24 de abril de 2014, aconteceu o primeiro encontro do Grupo de Inclusão promovido pela Secretaria da Educação, Esporte e Cultura. 
Nesse encontro, foi proposto aos profissionais da Educação a apresentação do Grupo e de que forma o mesmo irá acontecer. 
Buscou-se trabalhar a importância da Inclusão bem como a Política Nacional da Educação Inclusiva. Foi discutido também o modelo do Relatório Pedagógico e a Avaliação do Portfólio.

O intuito do Grupo é possibilitar aos segundo-professores e regentes um apoio para as dificuldades encontradas em sala de aula, além de trazer discussões e reflexões sobre a Inclusão.


"Inclusão é sair da escola dos diferentes e promover a escola das diferenças."
(Maria Teresa Mantoan)

segunda-feira, 8 de julho de 2013

SÍNDROME DE DOWN

 
      No dia 21 de março, comemora-se o dia Internacional da Síndrome de Down. Essa data representa as lutas e as ações de pessoas que buscam igualdade e respeito aos portadores da Síndrome de Down.
  Todo o nosso corpo é formado por células e dentro dessas células, contém os cromossomos, sendo que esses carregam os genes, que determinam todas as nossas características.
     No caso da Síndrome de Down, ocorre uma alteração no cromossomo 21. Esse processo decorre de um acidente genético na divisão celular, ocorrido durante a fase embrionária.      
    Existem fatores que podem ocasionar a síndrome, sendo os fatores genéticos, quando já existe um caso na família, ou até a idade avançada da mãe, onde há uma predisposição maior.
    Essa síndrome é conhecida por apresentar um atraso no desenvolvimento, seja nas funções motoras ou mentais, e as suas características envolvem as questões físicas, como olhos amendoados, propensão ao desenvolvimento de algumas doenças, alteração no tônus muscular, tornando-se mais flácido. Podem ter também deficiências intelectuais.  
    Os pais precisam saber que a Síndrome de Down não é uma doença, e sim uma condição inerente à pessoa. É importante ressaltar que o cuidado com a saúde é fundamental, desde o nascimento.
    Outro aspecto importante é que não existem graus de Síndrome de Down, a intensidade de cada um dos aspectos, varia de pessoa para pessoa. O desenvolvimento dos indivíduos está relacionado ao incentivo e ao estímulo que recebem, em especial, nos primeiros anos de vida.
    Por fim, independente de o seu filho ter a Síndrome de Down, é necessário descobrir de que forma ele pode alcançar um bom desenvolvimento, tanto das suas capacidades como da autonomia.

    E não se esqueça de que ele terá habilidade para poder ler, escrever, ir à escola e terá capacidade para se divertir, trabalhar e amar. 

Beatriz Galatto Nesi
Psicóloga

AUTISMO


O autismo é um transtorno global do desenvolvimento caracterizado por apresentar déficits significativos na interação social, na comunicação como também alterações no comportamento. Um comportamento comum ao portador do transtorno é a repetição de movimentos, por exemplo, rodar um lápis, apegar-se a objetos, balançar o corpo, etc. Muitas vezes, as suas áreas de interesse são restritas.
As crianças que possuem as características do autismo podem apresentar inteligência e linguagem sem nenhum tipo de problema, no entanto, outros podem apresentar retardo mental, mutismo e até severos problemas no desenvolvimento da linguagem. Podem parecer distantes, com comportamentos rígidos e com resistências as mudanças. Todas essas manifestações costumam aparecer antes mesmo dos três anos de idade, sendo que na grande maioria, são crianças do sexo masculino. As causas para o Autismo ainda não foram determinadas e estão em estudo, porém há evidências na predisposição genética com os fatores ambientais, como a idade avançada dos pais, a prematuridade e baixo peso do bebê ao nascer além de infecções que a gestante pode ter durante a gestação.
Após o diagnóstico é fundamental iniciar o tratamento para o Autismo, realizando o mesmo, a criança pode se desenvolver e assim ter uma vida com independência. Tudo isso envolve a criança e apoio da família e da escola que esta se encontra. A intervenção precoce é muito importante e associa-se com terapia com fonoaudiólogo, com psicólogo além de outros profissionais, como o terapeuta ocupacional e o neuropediatra.
Destaca-se que dependendo do grau do Autismo, a criança poderá participar do ensino regular e isso incluirá além do professor, um segundo professor de inclusão que auxiliará no seu processo de ensino e aprendizagem. É necessário que no ambiente escolar, os professores estejam atentos as características quanto nas manifestações de comportamentos. Reforça-se na intervenção e no diagnóstico precoce, sendo essências ao tratamento.
Cada criança é única e por isso precisamos conhecer as suas potencialidades bem como as áreas nos quais elas possuem maior facilidade. A estimulação é uma ferramenta de extrema importância. 

Beatriz Galatto Nesi
Psicóloga

segunda-feira, 18 de junho de 2012

EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Quando nada parece ajudar, eu vou ver o cortador de pedras, cortando sua rocha cem vezes, sem que uma só rachadura apareça.
No entanto, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas e eu sei que não foi só aquela que conseguiu, mas todas que vieram antes.
(JACOB RIIS)

REELABORAÇÃO DE CONCEITOS...
Deficiência? Diagnóstico? Escola? Gestão? Professor? Aluno? Currículo? Avaliação?

O DESAFIO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA...

ACESSO
1994 – Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e Qualidade (Salamanca): dispõe sobre a obrigatoriedade das escolas de acolher todas as crianças, independentemente de suas condições pessoais.

Em 2004, o Ministério Público Federal divulgou o documento O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular

PERMANÊNCIA
A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, Lei Nº 9.394, de20-12-1996, trata, especificamente, no Capítulo V, da Educação Especial. Definindo-a como "modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para pessoas com necessidades educacionais especiais”.

APRENDIZAGEM
Segundo Michaelis:  aprendizagem
a.pren.di.za.gem
sf (aprendiz+agem) 1 Ação de aprender qualquer ofício, arte ou ciência. 2 O tempo gasto para aprender uma arte ou ofício. 3 Psicol Denominação geral dada a mudanças permanentes de comportamento como resultado de treino ou experiência anterior; processo pelo qual se adquirem essas mudanças. Var: aprendizado.

FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
Flexibilização = flexível
Objetivo;
Conteúdo;
Métodos de ensino;
Atividade;
Tempo;
Avaliação.

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